Tem de se parar quando nas palavras e nos actos se perde o controlo de perceber o que é razoável ou não. É importante compreender a razoabilidade dos nossos actos, para podermos ser o mais fiel possível à nossa essência. A evolução passa por aí.
Igualmente importante é quando percebemos que o nosso critério da razoabilidade está avariado perante palavras e actos de outras pessoas, para com a nossa pessoa.
Muitas vezes tentam-se compreender atitudes e pensamentos, que directamente estão relacionados connosco. Tentamos ver o acontecimento de outra perspectiva, de tal forma que perdemos a noção do que é razoável. Não para nós, não para a outra pessoa, mas para aquela situação de uma forma em geral. Cada caso é um caso, com as suas especificidades… mas sempre com razoabilidade.
Não é nada bom sinal quando se para, se olha e reflecte “Mas que raio se está a passar aqui? Isto deveria ser assim? Mas porque é assim? Porque não é desta forma?”. E aqui tem de se ter a capacidade de evocar o tal critério da razoabilidade, não para nós, não para os outros mas para a situação em geral.
Chega o momento doloroso… da avaliação da razoabilidade de actos e palavras, retiram-se conclusões. Para nós, para os outros e para a situação em geral.
Não é mesmo bom sinal quando não se sabe às quantas se anda. Quando outros retiram o magnetismo que orienta a nossa agulha. Mas se fazem isso…
Sem comentários:
Enviar um comentário